9 dicas para uma boa alimentação infantil

 em Estilo de Vida, Maternidade

O hábito alimentar na infância ditará a alimentação durante a vida adulta. São as pequenas escolhas dos pais para a alimentação dos filhos que formarão o paladar dos pequenos quando mais velhos, além de aumentar os riscos de obesidade, desenvolvimento de diabetes e colesterol ruim alto, por exemplo. Por isso, inserir os nutrientes corretos e escapar da falta de interesse por alimentos saudáveis é tão importante.

Confira algumas dicas que separamos para você.

#1 A primeira fase da alimentação é feita com o leite materno e deve ser a única fonte de nutrientes até os seis meses do bebê. Acredite, ele é a melhor e mais completa opção para os filhos até essa idade. Se possível, a recomendação é que o aleitamento materno seja uma das fontes de nutrientes até a criança completar dois anos.

#2 Você pode iniciar a segunda fase intercalando frutas e sucos como opções para hidratação. Na alimentação, opte por preparos com verduras e legumes. Não desista se o bebê rejeitar nas primeiras vezes. Uma dica é preparar em outras formas como, por exemplo, cremes, purês ou sopas. Dê preferência para alimentos orgânicos.

#3 Lembre-se que a criança precisa de rotina na alimentação e sossego. Procure alimentá-la sempre nos mesmos horários e em um lugar calmo e arejado. Nada de esquecer a TV ligada, computador, celular ou tablet. As brincadeiras e agitação farão ela comer mais do que o necessário e podem contribuir para a obesidade infantil.

#4 Os pais são o exemplo para os filhos. Ou seja, de nada adianta insistir que a alimentação dos filhos seja saudável se o seu prato estiver sempre cheio de “porcarias”. O mesmo vale para a escola, que tem obrigação de oferecer opções saudáveis. Biscoitos integrais, frutas secas, nuts e barras de cereais são boas opções para compor o lanche.

#5 Utilize as cores dos alimentos saudáveis a seu favor e monte pratos coloridos. A variedade de tons significa uma quantidade adequada de nutrientes, além de chamar a atenção dos pequenos.

#6 Estimule a criança para a prática de atividades físicas. Claro, dentro das limitações e respeitando as preferências dela.

#7 A reeducação alimentar, quando necessária, precisa ser de toda a família. O apoio e colaboração de todos ajudarão para que a alimentação saudável seja uma realidade de todos.

#8 Tenha muita paciência, dedicação e amor. O momento da alimentação é um ato de afeto. Oferecer uma alimentação saudável é uma demonstração de amor pelos filhos.

#9 Não utilize a comida como moeda de troca ou negociação. Se os pais optarem por isso, em algum momento, os filhos tentarão negociar sempre. Se a criança estiver sem fome, não insista na alimentação. Você só precisa evitar que ela coma algo diferente da refeição preparada.

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