Os perigos do bronzeamento artificial

 em Beleza, Pele, Saúde

O procedimento é proibido pela Anvisa há mais de dez anos

 

Já falamos sobre como conseguir um bronzeado de forma saudável, porém, não é todo mundo que tem tempo ou condições de ir à praia ou piscina para dourar a pele. Pensando em alternativas, algumas pessoas recorrem às câmaras de bronzeamento artificial, procedimento que contém diversos riscos e que, desde 2009, é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os raios UVA emitidos na máquina de bronzeamento artificial penetram profundamente na pele, atingindo o DNA e alterando as fibras de colágeno e elastina, o que provoca rugas, manchas e perda da elasticidade. A técnica ainda traz o risco de desenvolver câncer de pele, justamente por conta da exposição aos raios ultravioletas.

Caso a sessão de bronzeamento artificial clandestina seja realizada sem os óculos de proteção, é possível ter vários problemas de visão, como catarata, pois os raios penetram na pupila e na retina e apenas fechar os olhos não é suficiente.

Bronzear-se nessas câmaras tem não só o mesmo efeito nocivo que se expor ao sol em horários não recomendados, mas vai além, porque os raios ultravioletas vão diretamente ao encontro da pele, sem qualquer tipo de proteção.

 

Caso queira conseguir as tão desejadas marquinhas de outra forma, confira nosso texto sobre autobronzeadores.

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